top of page
  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • LinkedIn Social Icon
  • Blogger Social Icon

As oportunidades e riscos de abrir o próprio negócio na recessão

  • 2 de fev. de 2017
  • 2 min de leitura

Fazer plano de negócios, correr riscos e estudar o ramo que pretende atuar são os primeiros passos, dizem especialistas do Sebrae por Cássia Almeida || O Globo/RJ



RIO - Depois de dois anos seguidos de recessão, com a atividade econômica recuando 8%, abrir o próprio negócio pode ser um caminho, mas não para todos. Rodrigo Brantes, gerente de atendimento do Sebrae-RJ, afirma que, sem um plano montado e coragem para correr riscos é difícil que a nova empreitada siga adiante. Pelos números do IBGE, somente 32,9% das empresas sem empregados, característica dos microempreendedores individuais, conseguem sobreviver após cinco anos.


— O empreendedor tem que estar sempre procurando oportunidade, mesmo que já tenha um bar, um restaurante, tem que pesquisar um fornecedor novo, um produto ou serviço diferente. O importante é sempre estar correndo atrás e não se acomodar. Tem que impor seus próprios desafios, senão quem vai ser desafiado é você, com uma concorrência do lado que não esperava. Outra característica básica é a persistência, diz Rodrigo. Há empresários de sucesso que já quebraram várias vezes antes de se firmar no negócio e crescer. — Mas não mergulhe no vazio. Planejamento é fundamental para começar um negócio. O problema é que planejar não está na cultura do brasileiro, vai trabalhando conforme os obstáculos vão surgindo. Para quem perdeu o emprego e engrossou a contingente de 12 milhões que estão procurando uma vaga e resolveu ser seu próprio patrão, o planejamento tem que ser levado à enésima potência, diz Brantes: — De repente, aos 50 anos, a pessoa perde o emprego e, para tentar manter o salário que tinha como empregado, resolve abrir uma empresa. Essa pessoa tem que pesquisar muito, não adianta ficar perguntando o que está dando dinheiro. Tem que ver onde há oportunidade. A analista do Sebrae-RJ, Juliana Lohmann, lembra que procurar novas áreas, novos negócios, ainda em crescimento, como no digital, que geram mais oportunidades. O Sebrae oferece oficinas para quem está começando. Como montar um plano de negócios, imprescindível para quem quer conseguir crédito, formar preço, escolher fornecedor, como ser microempreendedor individual, que tem o limite máximo de R$ 60 mil por ano, pagando pouco mais de R$ 50 por mês de impostos. E como migrar para microempresa. — Alguns empreendedores começaram assim e depois conseguir migrar um negócio maior — diz Brantes. SEBRAE FAZ CONVÊNIO COM BANCO DO BRASIL Outro entrave para o negócio é o crédito. Sem garantias, o acesso ao dinheiro é mais difícil. Segundo Brantes, há linhas disponíveis na Agência Estadual de Fomento (AgeRio), na Caixa e no Banco do Brasil, que são balcões mais acessíveis para crédito para micro e pequenas empresas. O Sebrae também fez parceria com Banco do Brasil, para conceder crédito mais barato e fácil. — A taxa vai ser de 1,3% ao mês, abaixo até do empréstimo consignado, um dos mais baratos do mercado — afirmou Juliana. O objetivo do convênio é atender cerca de 40 mil empresas em dois anos, com R$ 1,2 bilhão de uma linha do BB e mais R$ 7 bilhões do BNDES.

 
 
 

Comentários


CRIAMOS E GERENCIAMOS REDES SOCIAIS E FAN PAGES

 

O grande alcance do Facebook deixa claro a necessidade que as empresas têm de estar perto dos seus consumidores. Através dos comentários e dos botões “curtir” e “compartilhar”  é possível saber o que o público pensa da Fan Page e do conteúdo.

Sendo uma das redes mais usadas hoje em dia, seu número de 1 bilhão de usuários deixa claro o quanto é grande e aceita pela população.

Podemos pesquisar informações ligadas a diversos segmentos, gerando assim a atualização que você precisa para seu negócio.

Público alvo: políticos, sindicatos, associações, federações, confederações, escritórios de advocacia etc...

MEUS POSTS RECENTES

bottom of page